Fraudes através de telemóvel aumentam em Moçambique com a COVID-19, avisa regulador

 O instituto Nacional de Comunicações de Moçambique (INCM), entidade reguladora do setor no país, anunciou hoje que os casos de burla através de telemóvel aumentaram “de forma exponencial” no país com a COVID-19.
O usa estão "esquemas de burla com a ajuda dos quais certas pessoas se fazem passar por gestores de contas bancárias ou portadores de encomendas", explica aquela entidade no seu portal, na Internet.
Nos esquemas mais comuns, os autores levam a vítima a aceder a contas de dinheiro eletrónico, populares em Moçambique, por serem movimentadas através de telemóvel, mesmo usando modelos mais antigos.
"O INCM alerta para estas situações", principalmente quando "se recebem chamadas ou mensagens de pessoas estranhas", sublinha.
A entidade apela "a todos os consumidores e utilizadores de serviços de comunicações para que estejam atentos e colaborem na denúncia das burlas e de outros crimes praticados via telemóvel".
Três operadoras móveis funcionam em Moçambique, com o total de subscrições a rondar metade da população, segundo os últimos dados do INCM, relativos s 2017 - na altura o país tinha cerca de 28 milhões de habitantes, estimando-se que este ano chegue a 30 milhões.
Moçambique regista um total acumulado de 254 casos de infeção pelo novo coronavírus, com duas mortes e 91 recuperados.

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